Olha, se você ainda não tem um sitemap, está literalmente pedindo para o Google tropeçar nas suas páginas. Cada URL solta é como um grão de areia no deserto digital; ninguém vai encontrar.
Por sinal, o Google adora mapas bem desenhados, mas odeia um caos de URLs. Sem um arquivo XML organizado, seus conteúdos ficam invisíveis, como se fossem fantasmas.
Primeiro passo: gerar um XML clean, sem redundâncias. Não use plugins que criam milhares de URLs duplicadas; isso só atrapalha.
Segundo: inclua apenas as páginas que importam – home, categorias, posts principais. Exclua filtros, resultados de busca interna, tags irrelevantes.
E aqui está o truque: defina a frequência de atualização (changefreq) e a prioridade (priority) de forma estratégica, não aleatória. O Google interpreta isso como um sinal de relevância.
Use o Screaming Frog ou o próprio Search Console para validar o XML. Erros de sintaxe? Corrija na hora. Não há tempo para desculpas.
Agora, submeta o sitemap no Google Search Console. Sem isso, você está basicamente enviando uma carta sem endereço.
Um sitemap gigante, cheio de páginas de baixa qualidade, é como um buffet de fast-food para os bots. Eles acabam ignorando tudo.
Evite o “over-indexing”. Menos é mais. Cada URL deve ter um propósito claro, caso contrário, o algoritmo vai filtrar.
Além do XML, trabalhe a arquitetura de links internos. Um sitemap estático não compensa um site onde tudo está isolado.
Conecte suas páginas como se fosse uma rede neural; isso impulsiona a autoridade de forma natural.
Aqui está o que você deve fazer imediatamente: baixe o seu sitemap pronto em https://desdobramentosapostas.com/sitemap/ e envie ao Search Console.